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Publicitário por necessidade, técnico em programação de jogos por empenho, desenvolvedor de jogos indie por hobbie e multifacetado por não saber escolher uma coisa só pra gostar. É apaixonado por videogames, Linkin Park, animes, WWE, robôs gigantes, ornitorrincos, moda e pelo Homem-Aranha. Não tem coragem de falar seu jogo favorito e muda de opinião a cada 2 anos. Criou o IndieVisível como um blog em 2014 por conta de um projeto feito para seu curso, e desde então mantém essa iniciativa viva graças à ajuda dos demais membros do time.





Entusiasta em videogames, trabalhou por anos em eSports, hoje tem a psicologia como profissão e artista frustrado como hobbie. De todas vertentes possíveis: música, palhaçaria, teatro, literatura, audiovisual, enfim, de tudo um pouco e, certamente, muitas ainda por vir. O interesse em artes em geral, psicologia e videogames não é desconexo, tudo isso se complementa e se encontra nas mais variadas formas - inclusive na edição e participação nos podcasts do IndieVisível . Aquele cara chatão que gosta de joguinhos indies e ficar filosofando horas por algum detalhe completamente subjetivo.





Bruno é um senhor de quase 40 anos com muita dor nas costas. É licenciado e mestre em História, mas não se engane: apesar do diploma, o professor passa mais tempo pensando em Jedi, super-heróis e battle royales do que no Império Romano. Pesquisa as conexões entre cinema, vídeo games, educação e política — porque, sim, tudo isso está bem mais entrelaçado do que parece. Já publicou textos nas revistas e portais Superinteressante, Galileu, Mundo Estranho e Buzzfeed, onde misturou cultura pop com reflexão crítica. É um grande entusiasta de Star Wars e dos quadrinhos da DC, e seus jogos favoritos incluem Twinsen’s Odyssey, Half-Life 2 e Braid — com os quais aprendeu tanto quanto com os livros acadêmicos.





🎮 Amanda é viciada em jogos de estratégia e simulação — Civilization e The Sims são seu lugar de paz (e caos planejado). No Civ, vitória por ciência ou cultura são sua zona de conforto — afinal, sendo brasileira, ela gosta de ganhar com charme e inteligência. No Indievisível, traz o olhar curioso de quem ama explorar o estranho e o criativo. Uma curiosidade interessante sobre a Amanda que ninguém me perguntou é que ela nunca ganhou um campeonato de Pump (a preguiça de decorar coreografia é real).



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Pra cada jogo, uma realidade. Pra cada realidade, um questionamento.