IndieVisível,Jogando a Sério

Não foram os tempos que mudaram; você que continua um bosta

4 mar , 2016  

A essa altura você provavelmente já ficou sabendo sobre toda treta que rolou sobre o Oscar. Se não sabe, vale a pena se atualizar: esse ano o diretor Spike Lee (Malcom X, Inside Man e Oldboy – o remake, não o original) e a atriz Jada Smith (que interpreta a Niobe em Matrix Reloaded/Revolution e que recentemente fez a incrível Fish Mooney no seriado Gotham) anunciaram que não participarão da cerimônia do Oscar esse ano. O motivo do boicote? Muito simples: por dois anos consecutivos, entre todos os indicados aos prêmios de atuação não há nenhum negro.

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IndieVisível Recomenda #1: Spelunky

2 mar , 2016  

Sabe quando você acaba de finalizar um jogo e fica sem ideias do que jogar? Ou quando você vê tantas opções e não sabe qual escolher? Até mesmo quando você fica lendo várias e várias reviews dos mesmos jogos, mas nenhuma delas te convence se você quer jogar um determinado título ou não? Pensando nessas situações, criamos o IndieVisível Recomenda.

Queremos compartilhar com vocês alguns títulos que achamos interessantes e dividir um pouco da nossa experiência com eles. Quem sabe você não se empolga pra experimentar um desses jogos?

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Tipos Narrativos – A aula que seu professor nunca deu

2 mar , 2016  

Faço parte daquela minoria que realmente gostava das aulas de Literatura. Um comportamento tão estranho que, quando eu respondi alegremente o ano exato da chegada do movimento Romântico ao Brasil, meu professor soltou a pérola “e aqui vocês vêem o exemplo de alguém que não tem vida social”. Bom, não posso dizer que ele estava errado.

Jogos são um acréscimo recente à minha lista de atividades. Minha mãe era professora e não ganhava o bastante para pagar uma babá para mim. A criativa solução que ela encontrou foi ficarmos ambas em período integral na escola em que eu estudava e ela dava aula. Parte do período eu estava em aula. Na outra metade “ociosa” eu tinha duas opções: assistir às aulas dela (de turmas mais avançadas) ou invadir a biblioteca ou a saleta onde ficavam guardados os livros novos. Em geral, eu escolhia a segunda opção: adorava aquele cubículo minúsculo com pilhas de livros, por trás dos quais eu literalmente podia me esconder.

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Especial IndieVisível,IndieVisível

Shun de Andrômeda: como quebrar estereótipos

2 mar , 2016  

Saint Seiya (ou como é popularmente conhecido: Cavaleiros do Zodíaco) foi um anime de grande sucesso no Brasil durante a década de 90. O desenho narra as aventuras de Seiya e seus companheiros cavaleiros que devem proteger Atena à todo custo para garantir a paz na Terra. Você com certeza conhece essa obra, e talvez não a considere algo tão incrível assim (e de certa forma, você está certo), mas é inegável o sucesso que ela fez e a importância que tem para os animes até hoje.

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Criatividade, diversidade e as amarras sociais

2 mar , 2016  

Provavelmente você acompanhou o caso do garoto Ahmed Mohamed que saiu da escola detido e algemado por construir um relógio. O objeto foi confundido pela professora com uma bomba. Mesmo depois de o “mal-entendido” ser solucionado, o garoto foi punido com três dias de suspensão. Belo estímulo, não acham?

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Entre Dark Souls e Candy Crush

2 mar , 2016  

Conforme seu nível de “dedicação” ao universo dos jogos, você provavelmente já acusou – ou já foi acusado de ser – um “casual gamer”, alguém que supostamente não se entrega às entranhas mais sangrentas do gameplay hardcore em nome de uma experiência descompromissada e mais colorida. O termo, muitas vezes usado de forma ofensiva, se tornou extremamente popular com a disseminação desenfreada dos mobile games, que – salvo um seleto punhado de exceções – geralmente não pedem de seus jogadores casuais mais do que alguns minutos ou segundos por dia.

Duas questões muito importantes e polêmicas nascem desse rolo todo: como definir os limites de um “casual gamer” e sob quais circunstâncias “ser casual” é sinônimo válido de covardia e/ou despretensão?

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MobileGame Wars: Ataque dos Clones

2 mar , 2016  

Por muito tempo eu não fiz parte das estatísticas dos jogadores casuais de jogos para celular. Toda vez que me falavam sobre um jogo novo que foi lançado e já tinha virado febre entre meus amigos eu não podia testá-lo também por falta de um dispositivo que me permitisse experimentar esses jogos. Acho que foi em 2013 que eu comprei o meu primeiro celular com “suporte” aos aplicativos mobile de sucesso que tanto bombavam entre a comunidade. E pra minha infelicidade, eu cometi o incrível erro de adquirir um Nokia Lumia 520.

Além do problema evidente de um sistema nada funcional, o Windows Phone tinha algo terrível que eu fui descobrir só depois de adquiri-lo: sua loja limitadíssima de jogos.

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O Brasil dos Indies – Uma opinião sobre o crescimento dos gamedevs BR

2 mar , 2016  

No último domingo, dia 11/10, tive a oportunidade de participar da BGS (Brasil Game Show). Sendo a maior feira de jogos da América Latina já era de se esperar vislumbrar coisas incríveis.

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