IndieVisível,IndieVisível Recomenda

IndieVisível Recomenda #1: Spelunky

2 mar , 2016  

Sabe quando você acaba de finalizar um jogo e fica sem ideias do que jogar? Ou quando você vê tantas opções e não sabe qual escolher? Até mesmo quando você fica lendo várias e várias reviews dos mesmos jogos, mas nenhuma delas te convence se você quer jogar um determinado título ou não? Pensando nessas situações, criamos o IndieVisível Recomenda.

Queremos compartilhar com vocês alguns títulos que achamos interessantes e dividir um pouco da nossa experiência com eles. Quem sabe você não se empolga pra experimentar um desses jogos?

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IndieVisível,Jogando a Sério

Entre Dark Souls e Candy Crush

2 mar , 2016  

Conforme seu nível de “dedicação” ao universo dos jogos, você provavelmente já acusou – ou já foi acusado de ser – um “casual gamer”, alguém que supostamente não se entrega às entranhas mais sangrentas do gameplay hardcore em nome de uma experiência descompromissada e mais colorida. O termo, muitas vezes usado de forma ofensiva, se tornou extremamente popular com a disseminação desenfreada dos mobile games, que – salvo um seleto punhado de exceções – geralmente não pedem de seus jogadores casuais mais do que alguns minutos ou segundos por dia.

Duas questões muito importantes e polêmicas nascem desse rolo todo: como definir os limites de um “casual gamer” e sob quais circunstâncias “ser casual” é sinônimo válido de covardia e/ou despretensão?

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Especial IndieVisível,IndieVisível,Jogando a Sério

Mulheres não são troféus

29 fev , 2016  

Meu primeiro texto aqui para o IndieVisível originalmente seria sobre jogos em primeira pessoa. Sério. Acontece que o meu computador, fiel companheiro de muitas guerras passadas, já não caminha com a mesma facilidade que caminhava há cinco ou seis anos.  Aliando isso às minhas obrigações trabalhistas e acadêmicas dos últimos tempos, perdi a oportunidade de experimentar muitos jogos no dito intervalo, e acabei me empolgando com a chance de escrever sobre o que passou em branco. First world problems, tô sabendo, mas esse nem é o centro da questão. “Qual é o centro da questão, então?”, você me pergunta. Paciência, a gente já chega nele. Por ora, vá ruminando esses dois adiantamentos supimpas: esse texto é especialmente dedicado aos homens; eu, homem, integro uma nação sexualmente grotesca.

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