IndieVisível,Jogando a Sério

O Brasil dos Indies – Uma opinião sobre o crescimento dos gamedevs BR

2 mar , 2016  

No último domingo, dia 11/10, tive a oportunidade de participar da BGS (Brasil Game Show). Sendo a maior feira de jogos da América Latina já era de se esperar vislumbrar coisas incríveis.

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Laura: a identidade brasileira em forma feminina num jogo de luta

2 mar , 2016  

Por muito tempo o Brasil ficou sem uma representação significativa no mundo dos jogos. Apesar de termos um grande afeto por essa mídia, a realidade é que estávamos bem distantes de termos alguma importância pro cenário de jogos. Seja no mercado de consumo ou no de desenvolvimento, nosso país demorou muito pra chegar ao patamar atual, e tivemos de passar por muitas transformações no setor que tornaram nossa terra importante o suficiente pra que grandes estúdios começassem a abrir seus olhos pra cá.

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Ok, já deu

2 mar , 2016  

Sério.

Quando eu criei o IndieVisível imaginava o site como uma fonte de artigos críticos sobre o mercado de jogos e a indústria, falando sobre os pontos monetários, de inovação e game design.  Foi aí que me toquei que esse tipo de coisa é importante sim, mas talvez não seja a mais importante. A primeira vez que tive um insight sobre um aspecto mais crítico dos videogames foi com o lançamento do Hatred.

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Mulheres não são troféus

29 fev , 2016  

Meu primeiro texto aqui para o IndieVisível originalmente seria sobre jogos em primeira pessoa. Sério. Acontece que o meu computador, fiel companheiro de muitas guerras passadas, já não caminha com a mesma facilidade que caminhava há cinco ou seis anos.  Aliando isso às minhas obrigações trabalhistas e acadêmicas dos últimos tempos, perdi a oportunidade de experimentar muitos jogos no dito intervalo, e acabei me empolgando com a chance de escrever sobre o que passou em branco. First world problems, tô sabendo, mas esse nem é o centro da questão. “Qual é o centro da questão, então?”, você me pergunta. Paciência, a gente já chega nele. Por ora, vá ruminando esses dois adiantamentos supimpas: esse texto é especialmente dedicado aos homens; eu, homem, integro uma nação sexualmente grotesca.

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Quem são as mulheres gamers?

29 fev , 2016  

A mim, parece estranho fazer esse tipo de questionamento porque é tão óbvio quem são as gamers (jogadoras, desenvolvedoras, produtoras, etc), onde moram, como se alimentam e tudo mais. Porém, acabei percebendo que o assunto não é tão óbvio para uma parcela da comunidade. Para uma grande parcela, aliás! Eu poderia fazer um artigo embasado em fatos, estatísticas, relatos, infográficos. E, mesmo que eu fizesse isso, muitos não entenderiam. Então, hoje deixo de lado a pesquisadora que sou e falo com a voz de quem vivencia: a voz de uma mulher.

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Mercado Criativo e Jogos – O Panorama Brasileiro

29 fev , 2016  

O termo “economia criativa” ou “indústria criativa” despertou uma grande hype nos últimos anos. Esses conceitos, no entanto, não são recentes: foram definidos na metade dos anos 1990 pelo British Council para descrever indústrias baseadas na criatividade e talento individual, com grande potencial para geração de empregos, utilizando-se da propriedade intelectual para tanto. Entre essas indústrias criativas estão, entre outros, o mercado de moda, o mercado de artes e antiguidades, a produção de filmes e vídeos, e – claro – o design de jogos.

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Brincadeira Saudável? Como os jogos podem influenciar a sua saúde

19 fev , 2016  

Se você nasceu a partir da década de 80 é quase impossível que não tenha – mesmo que superficialmente – brincado com video-games. De fliperamas em shoppings, passando por dispositivos simples (e baratos) como brick games e tamagotchis, até os consoles pessoais (que, provavelmente, atraíam toda a molecada da sua família e vizinhança), os vídeo-games foram uma presença constante na nossa geração. E, não importa se você é um jogador hardcore ou casual, sempre irá se deparar com o seguinte questionamento: mas isso não vai te fazer mal?

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