Jogando a Sério

Eu voltei pra universidade – e a culpa é do Pokémon Go

17 set , 2016  

Eu tenho a forte crença de que todos nós deveríamos nos dedicar à arte em algum momento da vida, independentemente de sua forma. Não importa se você é escritor, faz quadros, toca algum instrumento, canta, dança, faz esculturas ou atua em um palco; todos nós somos artistas de alguma forma.

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Não é só uma pose, saca?

25 abr , 2016  

No final de março a indústria de jogos foi consumida mais uma vez pelo debate sobre liberdade artística e igualdade de gêneros. Isso porque a Blizzard cometeu um deslize adicionando uma pose sensual para a personagem Tracer do jogo Overwatch. Mas por que “deslize”, se tantas outras personagens esbanjam sensualidade nos jogos? Bem, porque adicionar uma pose sexy pra Tracer não tem absolutamente nada a ver com a mensagem que a Blizzard queria passar sobre a personalidade da personagem.

E você pode dizer: “Mas uma pose ia mudar tanto assim a personalidade da personagem?”. E a resposta correta é: não é “só uma pose”. É a deturpação da identidade da personagem.

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Resident Evil: 20 anos de um jogo que se perdeu

28 mar , 2016  

Resident Evil é um dos maiores (senão o maior) marcos na história dos videogames de terror. O jogo lançado em 1996 pela Capcom atraiu uma legião de fãs que se estende até os dias atuais. O título permanece guardado na memória de muitos como um dos melhores jogos do gênero survival horror já feitos, além de ser um dos games mais importantes da indústria como um todo.

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Não foram os tempos que mudaram; você que continua um bosta

4 mar , 2016  

A essa altura você provavelmente já ficou sabendo sobre toda treta que rolou sobre o Oscar. Se não sabe, vale a pena se atualizar: esse ano o diretor Spike Lee (Malcom X, Inside Man e Oldboy – o remake, não o original) e a atriz Jada Smith (que interpreta a Niobe em Matrix Reloaded/Revolution e que recentemente fez a incrível Fish Mooney no seriado Gotham) anunciaram que não participarão da cerimônia do Oscar esse ano. O motivo do boicote? Muito simples: por dois anos consecutivos, entre todos os indicados aos prêmios de atuação não há nenhum negro.

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Tipos Narrativos – A aula que seu professor nunca deu

2 mar , 2016  

Faço parte daquela minoria que realmente gostava das aulas de Literatura. Um comportamento tão estranho que, quando eu respondi alegremente o ano exato da chegada do movimento Romântico ao Brasil, meu professor soltou a pérola “e aqui vocês vêem o exemplo de alguém que não tem vida social”. Bom, não posso dizer que ele estava errado.

Jogos são um acréscimo recente à minha lista de atividades. Minha mãe era professora e não ganhava o bastante para pagar uma babá para mim. A criativa solução que ela encontrou foi ficarmos ambas em período integral na escola em que eu estudava e ela dava aula. Parte do período eu estava em aula. Na outra metade “ociosa” eu tinha duas opções: assistir às aulas dela (de turmas mais avançadas) ou invadir a biblioteca ou a saleta onde ficavam guardados os livros novos. Em geral, eu escolhia a segunda opção: adorava aquele cubículo minúsculo com pilhas de livros, por trás dos quais eu literalmente podia me esconder.

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Criatividade, diversidade e as amarras sociais

2 mar , 2016  

Provavelmente você acompanhou o caso do garoto Ahmed Mohamed que saiu da escola detido e algemado por construir um relógio. O objeto foi confundido pela professora com uma bomba. Mesmo depois de o “mal-entendido” ser solucionado, o garoto foi punido com três dias de suspensão. Belo estímulo, não acham?

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Entre Dark Souls e Candy Crush

2 mar , 2016  

Conforme seu nível de “dedicação” ao universo dos jogos, você provavelmente já acusou – ou já foi acusado de ser – um “casual gamer”, alguém que supostamente não se entrega às entranhas mais sangrentas do gameplay hardcore em nome de uma experiência descompromissada e mais colorida. O termo, muitas vezes usado de forma ofensiva, se tornou extremamente popular com a disseminação desenfreada dos mobile games, que – salvo um seleto punhado de exceções – geralmente não pedem de seus jogadores casuais mais do que alguns minutos ou segundos por dia.

Duas questões muito importantes e polêmicas nascem desse rolo todo: como definir os limites de um “casual gamer” e sob quais circunstâncias “ser casual” é sinônimo válido de covardia e/ou despretensão?

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MobileGame Wars: Ataque dos Clones

2 mar , 2016  

Por muito tempo eu não fiz parte das estatísticas dos jogadores casuais de jogos para celular. Toda vez que me falavam sobre um jogo novo que foi lançado e já tinha virado febre entre meus amigos eu não podia testá-lo também por falta de um dispositivo que me permitisse experimentar esses jogos. Acho que foi em 2013 que eu comprei o meu primeiro celular com “suporte” aos aplicativos mobile de sucesso que tanto bombavam entre a comunidade. E pra minha infelicidade, eu cometi o incrível erro de adquirir um Nokia Lumia 520.

Além do problema evidente de um sistema nada funcional, o Windows Phone tinha algo terrível que eu fui descobrir só depois de adquiri-lo: sua loja limitadíssima de jogos.

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