IndieVisível,Jogando a Sério

Criatividade, diversidade e as amarras sociais

2 mar , 2016  

Provavelmente você acompanhou o caso do garoto Ahmed Mohamed que saiu da escola detido e algemado por construir um relógio. O objeto foi confundido pela professora com uma bomba. Mesmo depois de o “mal-entendido” ser solucionado, o garoto foi punido com três dias de suspensão. Belo estímulo, não acham?

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IndieVisível,Jogando a Sério

Entre Dark Souls e Candy Crush

2 mar , 2016  

Conforme seu nível de “dedicação” ao universo dos jogos, você provavelmente já acusou – ou já foi acusado de ser – um “casual gamer”, alguém que supostamente não se entrega às entranhas mais sangrentas do gameplay hardcore em nome de uma experiência descompromissada e mais colorida. O termo, muitas vezes usado de forma ofensiva, se tornou extremamente popular com a disseminação desenfreada dos mobile games, que – salvo um seleto punhado de exceções – geralmente não pedem de seus jogadores casuais mais do que alguns minutos ou segundos por dia.

Duas questões muito importantes e polêmicas nascem desse rolo todo: como definir os limites de um “casual gamer” e sob quais circunstâncias “ser casual” é sinônimo válido de covardia e/ou despretensão?

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MobileGame Wars: Ataque dos Clones

2 mar , 2016  

Por muito tempo eu não fiz parte das estatísticas dos jogadores casuais de jogos para celular. Toda vez que me falavam sobre um jogo novo que foi lançado e já tinha virado febre entre meus amigos eu não podia testá-lo também por falta de um dispositivo que me permitisse experimentar esses jogos. Acho que foi em 2013 que eu comprei o meu primeiro celular com “suporte” aos aplicativos mobile de sucesso que tanto bombavam entre a comunidade. E pra minha infelicidade, eu cometi o incrível erro de adquirir um Nokia Lumia 520.

Além do problema evidente de um sistema nada funcional, o Windows Phone tinha algo terrível que eu fui descobrir só depois de adquiri-lo: sua loja limitadíssima de jogos.

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O Brasil dos Indies – Uma opinião sobre o crescimento dos gamedevs BR

2 mar , 2016  

No último domingo, dia 11/10, tive a oportunidade de participar da BGS (Brasil Game Show). Sendo a maior feira de jogos da América Latina já era de se esperar vislumbrar coisas incríveis.

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IndieVisível,Jogando a Sério

Laura: a identidade brasileira em forma feminina num jogo de luta

2 mar , 2016  

Por muito tempo o Brasil ficou sem uma representação significativa no mundo dos jogos. Apesar de termos um grande afeto por essa mídia, a realidade é que estávamos bem distantes de termos alguma importância pro cenário de jogos. Seja no mercado de consumo ou no de desenvolvimento, nosso país demorou muito pra chegar ao patamar atual, e tivemos de passar por muitas transformações no setor que tornaram nossa terra importante o suficiente pra que grandes estúdios começassem a abrir seus olhos pra cá.

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IndieVisível

[A falta de] Terror nos Games

2 mar , 2016  

Eu sempre fui um grande fã de jogos de terror. A adrenalina constante gerada pela espera de que algo aconteça – e que nem sempre acontece – me deixa(va) extremamente satisfeito.

O primeiro título da série Silent Hill talvez seja aquele que melhor consegue representar para mim o que um jogo de terror deve ter. Não basta somente criar monstros de aparência perturbadora, nem fazer cenários extremamente assustadores, o jogo precisa de um conceito bem trabalhado e uma execução que equilibre todos os elementos do jogo – ambientação, personagens, expectativa, ação e história.

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IndieVisível,Jogando a Sério

Ok, já deu

2 mar , 2016  

Sério.

Quando eu criei o IndieVisível imaginava o site como uma fonte de artigos críticos sobre o mercado de jogos e a indústria, falando sobre os pontos monetários, de inovação e game design.  Foi aí que me toquei que esse tipo de coisa é importante sim, mas talvez não seja a mais importante. A primeira vez que tive um insight sobre um aspecto mais crítico dos videogames foi com o lançamento do Hatred.

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Especial IndieVisível,IndieVisível,Jogando a Sério

Mulheres não são troféus

29 fev , 2016  

Meu primeiro texto aqui para o IndieVisível originalmente seria sobre jogos em primeira pessoa. Sério. Acontece que o meu computador, fiel companheiro de muitas guerras passadas, já não caminha com a mesma facilidade que caminhava há cinco ou seis anos.  Aliando isso às minhas obrigações trabalhistas e acadêmicas dos últimos tempos, perdi a oportunidade de experimentar muitos jogos no dito intervalo, e acabei me empolgando com a chance de escrever sobre o que passou em branco. First world problems, tô sabendo, mas esse nem é o centro da questão. “Qual é o centro da questão, então?”, você me pergunta. Paciência, a gente já chega nele. Por ora, vá ruminando esses dois adiantamentos supimpas: esse texto é especialmente dedicado aos homens; eu, homem, integro uma nação sexualmente grotesca.

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