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Podcast IndieVisível #19 – Monetização nos Jogos

13 nov , 2018  

Saudações a todas e todos!

A indústria de jogos já é a terceira maior indústria do mundo (perdendo apenas para indústria bélica e a indústria automobilística). É inegável que os jogos movimentam muito dinheiro e não podem mais ser subestimados. Mas… Será que foi sempre assim? Afinal, como os jogos movimentam tanta grana? Todos os modelos monetizáveis são justos? Nós debatemos sobre tudo isso nesse episódio. Escute e deixe sua opinião sobre o assunto 🙂

Nessa discussão participam os Indies: Amanda Santanna, Cícero Liberato e Rafinha Martinelli.

Você pode baixar esse episódio clicando aqui.

O tema de abertura do podcast foi composto pelo grande Linas Janiques.

Curtiu o papo? Diga pra nós qual a sua opinião sobre o tema.

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4 Responses

  1. Fabricio Karim dos Santos disse:

    Seja um jogo completo, DLC, skins, e até mesmo lootbox; não são o problema em si, e sim a ganância. O importante é que você esteja satisfeito o produto comprado e sinta que valeu o dinheiro gasto (isso vala para qualquer coisa, não só jogos).
    Quando eu comprei o SoulCalibur V por R$ 12,00 parecia um bom negócio. Foi a maior decepção que tive na geração do X360. O jogo ta todo errado. Trocaram metade dos personagens. Laguei no dia seguite e falo mau dele até hoje. Não há dinheiro que pague Decepção.
    Dead or Alive 5 tem um modelo que considero excelete:
    – A versão Core Fighter é gratuita, o modo história esta bloqueado e só os 4 personagens principais estão liberados. Todos os outros modos, online e offline estão liberados. É possivel fazer conquistas e liberar conteúdo neste demo.
    – A versão completa custa R$ 160,00, um valor justo para um jogo de luta com um modo história de 7 horas, 33 personagens e +/- 350 skins desbloqueaveis.
    – Durante os próximos 2 anos foram lançados apenas 3 personagens extras, por R$ 10,00 cada.
    – É possível comprar os personagens individualmete. Não vale. Fique com o demo ou compre a versão completa e os 3 personagens de DLC. Ou melhor… espere o DoA6 ser Lançado em Fevereiro.
    – DoA5 tem +/- 600 skins que poden ser compradas em pacotes ou individualmente (R$ 4,00 cada). Isso não me incomoda pois não interfere na jogabilidade. Dos males o menor.
    – Parte do dinhero adquirido é revertido em alguns conteúdos gratuitos (geralmente cenários).

    Se quiserem jogar DoA, ou mesmo aprender as mecânicas do jogo, esta aqui a minha Gametag: FabricioKarim77

    • Rafinha QualquerCoisa disse:

      Saaaalve Fabrício. Sou o Rafinha aqui do podcast.

      Pra mim é sempre complicado a questão de pensar no paralelo de valor justo do jogo e do valor que caiba dentro de uma realidade.
      Mas alem disso, acho foda o jogo ser R$160 e os personagens extras serem cobrados a parte. Pra se manter competitivo no game, vc é obrigado a pelo menos dar uma jogadinha com cada char. Dessa forma vc é inevitavelmente forçado a comprar.

      Sinto que falta transparência. Quando vc compra o jogo você não tem essa noção de que vc vai ter que continuar pagando, isso é injusto no geral.

      Pra mim o modelo ideal, que deveria ser implementado é o jogo ter a obrigação de colocar esse tipo de informação no anúncio.
      No caso do DOA:
      Jogo base RS 160
      Personagens DLC R$10 não desbloqueáveis ingame.
      Alem disso, da pra considerar:
      Loot boxes x reais (desbloqueáveis ingame, com a probabilidade x pra item comum, y pra raro e z pra lendário)

      Em geral hoje é a moda caralha e é muito fácil enganar usando essas coisas. O ideal é o consumidor saber o que está comprando. Na prática, comprar um jogo não pode ser uma aposta ou uma parcela de uma experiência.

      Valeu o comentário, desculpe a demora pra responder haha.
      Fique a vontade pra nos manter atualizados com suas idéias e sugestões.

      Abraceijos.

  2. Olá novamente pessoal do IndieVisivel! Como vcs estão? Achei bastante interessante a discussão sobre o tema. De fato existem as monetizaçoões mais honestas (no caso de modelos de assinatura, ou dlcs que acrescentem conteúdos adicionais que não deem vantagem ao jogador por isso) e as mais ofensivas (no caso principalmente no modelo de lutbox ou mesmo aquele modelo horroroso de pay to win).

    Eu particularmente como não tenho videogame da última geração, não costumo comprar praticamente nenhum conteúdo extra em jogos, mas eu entendo quem o faz, apesar de ter certeza que isso potencialmente desbalanceia os jogos e dá vantagem a quem paga extras de conteúdo em jogos online.

    Uma solução saudável ao meu ver, é focar na distribuição digital. Parece óbvio, mas com o avanço da internet, é fato que a disponibilidade dos jogos via download elimina uma série de custos e diminui potencialmente os custos de manutenção e distribuição dos jogos e faz com que a empresa mantenha seus lucros no nível desejado (apesar de eu pensar que essas empresas triplo A são demasiadamente gananciosas).

    Bem, espero que continuem com o fabuloso trabalho e aguardo ansiosamente que leiam um dia meu comentário no programa hahahahaha.

    Forte abraço a tod@s!

    • Rafinha QualquerCoisa disse:

      Daaa-lhe Vini, sou o Rafinha do cast.

      Cara, por hora a gente não tem possibilidade de ler comentários na gravação porque ainda estamos organizando as agendas e muitas vezes gravando episódios adiantados e tal. Até mesmo por uma questão de demanda, mas creio que abriremos espaço pra isso eventualmente.

      Essa sua visão de focar em digital pra distribuição ainda é bastante discutida, estava lendo recentemente sobre a possibilidade do próximo Xbox não ter leitor de disco.

      Mas é beeeeem foda pensar na questão de ganância dos triplo A, eles são gananciosos sim. Mas o grau de investimento pra fazer um game desses é absurdo. É tenso balancear isso tudo. As soluções de monetizar ainda estão sendo exploradas, mas há muito que avançar e discutir sobre.
      Valeu por compartilhar sua visão, é sempre bem vindo.

      Até maaaais

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